Até breve, Cajá! Você fez história!
GeralAquela lista que todo o torcedor faz, com os ídolos preferidos que marcaram nome na história do Juventude, certamente teve um acréscimo nos últimos dois anos. Isso graças a Renato Cajá. Com dois acessos consecutivos, liderança técnica e gols históric
Aquela lista que todo o torcedor faz, com os ídolos preferidos que marcaram nome na história do Juventude, certamente teve um acréscimo nos últimos dois anos. Isso graças a Renato Cajá. Com dois acessos consecutivos, liderança técnica e gols históricos, o camisa 10 de ligação sobrenatural com o Juventude, deixou seu nome definitivamente gravado nas páginas mais importantes da história alviverde. Agora, sua segunda passagem pelo Verdão chega ao fim e o meia parte para novos desafios na carreira.
Cajá não fez a sua base no Juventude. Porém, foi no Alfredo Jaconi que ganhou destaque nacional na Série A de 2007. Desde então, vestiu camisas importantes do futebol brasileiro, se tornou uma referência em outros clubes e ganhou a experiência necessária para voltar no momento certo ao Juventude. Em 2019, foi o Verdão que lhe abriu as portas após um longo período sem jogar, retornando de lesão e precisando de um voto de confiança. O agradecimento por tudo isso veio em forma de conquistas.
Diante de 18.413 mil torcedores, a lotação total do Alfredo Jaconi, Cajá fez três gols na vitória diante do Imperatriz por 4 x 0, em jogo que garantiu o Juventude na Série B. O mesmo poder decisivo se repetiria na temporada 2020. Diante do Guarani, no jogo derradeiro e que exigia uma vitória do Juventude para voltar à elite do futebol brasileiro, Cajá apareceu novamente para mais um golaço, de fora da área, garantindo a vitória por 1 x 0 e a vaga carimbada na Série A.
Aos 36 anos, Cajá não foi importante apenas nos momentos decisivos. Foi constantemente uma peça fundamental nas duas temporadas, acumulando muito mais minutos de jogo do que a grande maioria dos atletas de sua idade. Ao todo, o maestro Jaconero fez, em sua segunda passagem, 53 jogos, marcando 12 gols.
Por toda esta história construída com muita entrega e empenho e, principalmente, carinho mútuo entre clube e jogador, fica claro que a despedida deixa um sentimento muito mais de “até breve” do que de “adeus”. Boa sorte Cajá. A torcida Jaconera agradece e torce por ti! Você fez e está na história.
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