Vem aí o clássico contra o Esportivo. Jogo que já se pode prever como encardido. Mesmo que o co-irmão de Bento Gonçalves não esteja passando por uma fase positiva, não se pode esperar por facilidades. Mesmo porque, antes de tudo, temos que olhar para nós mesmos.
Reconhecidamente, estamos melhorando de jogo a jogo, com mais tempo para treinar e cuidar da parte física, prejudicada pelo início de temporada intempestivo, sobre a hora. Taticamente, as evoluções mostram um sensível progresso. Portanto, podemos e devemos esperar por mais.
Caberá à Papada um papel preponderante, senão fundamental. A Diretoria já avisou que garante ônibus, botando-os à disposição. Só não vai quem não quer. Contamos com a força vital da “Mancha Verde” e o dinamismo dos “Loucos da Papada”. Essas turmas, cada vez mais crescentes, é que ajudarão no embalo do time, lá na Montanha dos Vinhedos.
Paciência, por outro lado, continua sendo a palavra de ordem. Não se pode exigir muito. O que se pede e se espera é por dedicação, aquilo que os boleiros chamam de “atitude”. Sim, eles terão que tomar uma atitude vencedora. E nós todos estamos juntos! Invadindo Bento Gonçalves!
PAPOS NA HISTÓRIA
Adaílton foi revelado pelo Juventude, em 1994, advindo das categorias de base. Estreou contra o Internacional na goleada aplicada, no Jaconi, pelo Gauchão de 95, com o placar a nosso favor de 5x1. Depois, transferiu-se para o Palmeiras e está há 13 anos no futebol italiano, com um de intervalo, quando jogou no Paris Saint Germain, ao lado de Raí e Leonardo. Na Itália, atualmente no Bologna, com 9 gols na temporada, é o um dos principais artilheiros. Adailton já tinha vestido as camisas do Parma, Verona e Gênova, tornando-se ídolo em todos esses clubes. Um prata da casa genuinamente nascido e criado no Juventude.