A cada mês, um apaixonado pelo Juventude contará uma nova "História ou Estória" que será publicada aqui. Para participar desta seção, envie um texto de 30 linhas para o e-mail marketing@juventude.com.br com o assunto Histórias e Estórias e aguarde o nosso retorno.
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Rafael Gubert, 32 anos, músico e torcedor do Juventude. Pode ser considerado como um cônsul do Juventude, já que faz questão de exaltar as cores e o brilho deste clube em suas viagens profissionais.
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Sempre fui juventudista. Quando criança ia ao campo com o meu avô. Lembro quando fazíamos oração na capela antes dos jogos e depois sentávamos nas cadeiras e falávamos bastante antes do jogo e no intervalo, porque durante o jogo não podia. |
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Ricardo Brisotto, gerente de marketing do Juventude, 26 anos. A pouco mais de 3 anos no marketing, cuida da programação visual do clube e assessora os patrocinados no Juventude. Lidando diretamente com o público, conta umas das histórias que mais rendeu risos no Jaconi. |
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"Aconteceu em um destes grandes clássicos contra o Internacional (jogo do Brasileiro 2005 no Jaconi, mais precisamente). Como a partida tinha muita importância para o campeonato, foi montado um grande esquema
de segurança, onde os torcedores foram proibidos de entrar no estádio com determinados objetos .Entre eles, capacetes, garrafas, guarda-chuva, etc. Um jogo de grande movimentação com torcedores fervorosos lotando o Jaconi com suas bandeiras, faixas, camisetas e fogos. Aos poucos, torcedores das duas equipes foram chegando no estádio e os objetos proibidos foram sendo recolhidos pelos funcionários e guardados em locais para que, ao final, pudessem ser devolvidos. O jogo começou e o Juventude venceu debaixo de muita chuva e com apoio da torcida. No dia, foram recolhidos aproximadamente 2000 guarda-chuva, provocando um grande tumulto na saída, pois muitas pessoas queriam de volta seus pertences. No dia seguinte, foi encontrado na geladeira da secretaria um repolho. Todos pensaram que seria de algum funcionário, mas descobriu-se que um torcedor foi barrado na entrada com o dito cujo. Pensamos no que este cidadão faria com um repolho dentro do estádio e se ele teria aproveitado alguma promoção no caminho. Ninguém entendeu. A verdura permaneceu dois dias no clube, até que alguém decidiu fazer uma limpeza no local. No mesmo dia, entra na secretaria um homem aparentando entre 30 e 35 anos com uma barba estilo Abraham Lincoln. A surpresa geral foi quando ele pediu pelo repolho que havia deixado no jogo contra o Inter. O repolho foi devolvido e o torcedor nunca mais apareceu. A história rendeu muitos risos entre os funcionários. Mas a dúvida ainda permanece. O que o torcedor faria com o repolho no jogo?"
Escreva para marketing@juventude.com.br e ajude-nos a descobrir o quê, afinal de contas, o torcedor faria com o tal repolho. Respostas até o dia 10. As cinco melhores respostas recebem um porta-retrato do filme Sr. e Sra. Smith.
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Edson de Camargo, o Massa, com curso de Massoterapia e atuando como massagista no Juventude por 17 anos, é quem conta a história da primeira viagem de avião de um jogador, exatamente no ano em que o Alviverde estreava na elite do futebol brasileiro (1995). Nas nossas "Histórias e Estórias", os nomes dos jogadores envolvidos estão sendo preservados. Mas, de repente... |
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Em 1994, ganhando o título da Série B, o Juventude iniciou sua caminhada na elite do futebol brasileiro no ano seguinte - Série A/1995 -, onde permanece por 13 anos consecutivos, incluindo a competição de 2007. O treinador Heron Ferreira deixava o comando da equipe e era substituído por Emerson Leão. No seu primeiro ano na Série A (1995), o JU seguiu para um jogo em São Paulo, onde enfrentaria o Palmeiras e, como sempre, havia um "marinheiro de primeira viagem", isto é, um jogador que nunca havia sequer entrado num avião. Os demais jogadores, de forma séria, alertavam que o jogador deveria levar dinheiro para pagar o lanche no avião (época áurea da Varig). A história é contada pelo massagista - com curso de massoterapia - Edson de Camargo, com 17 anos de clube. Então, conta Edson, mais conhecido como Massa, "o jogador meio que questionou se tinha que pagar o lanche e todo mundo confirmou, inclusive o Leão. Na ida de Porto Alegre para São Paulo, as aeromoças começaram a servir os lanches, passavam pelo jogador e ele fazia sinal que não queria, agradecendo várias vezes. O pessoal deixou assim e, quando da chegada em São Paulo, vários jogadores, um por um, passaram seriamente a questionar o motivo pelo qual o jogador não pegava os lanches, naquele tempo bem recheados, não era essa várzea de agora, e ele simplesmente respondeu que estava sem dinheiro..." |
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Iran José Cercato, médico do Esporte Clube Juventude, 28 anos "de casa", um dos mais antigos militando no futebol brasileiro e que já esteve em praticamente todas as cidades gaúchas, capitais brasileiras e no Japão, Coréia, Arábia Saudita, Itália, com o clube, tem muitas histórias para contar. "uma que pode ser publicada" - diz Cercato. É esta. |
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Cercato recusa-se a dar o nome do jogador e a história é confirmada por vários dirigentes.
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2°
Santo André x Juventude
Cidade: Santo André
Estádio: Bruno Daniel
Data: 25/07/2008
Horário: 20:30h
Maiores infomações em Serviço de Jogo
| Campeonato Brasileiro - Série B | |
|---|---|
| 1. Corinthians | 28 |
| 2. Juventude | 24 |
| 3. Avaí | 24 |
| 4. Barueri | 23 |
| 5. Ponte Preta | 22 |
| 6. Ceará | 19 |
| Tabela completa... | |
| Campeonato Brasileiro - Série B | ||||
|---|---|---|---|---|
| Gama | 2 | x | 0 | Juventude |
| Juventude | 4 | x | 0 | CRB |
| Paraná | 1 | x | 2 | Juventude |
| Avaí | 1 | x | 0 | Juventude |
| Juventude | 1 | x | 0 | América RN |
| Tabela completa... | ||||
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